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O padrão é F***

“O mundo dos negócios tende a destacar o padrão em detrimento do específico. Os aspectos intelectuais do padrão impedem que as pessoas se importem com os outros.” – Jane Fulton Suri, Psicóloga que trabalha na IDEO (o maior escritório de design e inovação do mundo).

24 Características das Organizações Criativas by Michelle James

Characteristics of Creative Organizations

1.  balance planning with improvising
2.  use the unknown as a resource (do not avoid it)
3.  creativity is a core value
4.  creativity is a organizational discipline; an ongoing process; a mindset
5.  time and attention are dedicated to “practicing” creative process until it becomes embedded in the system
6.  flexible, limited organizational structures combined with intensive interaction
7.  room for exploration and discovery without judgment
8.  act upon intuition and “resonance” as well as logic
9.  employ real-time feedback loops and adapt accordingly
10.  mistakes and failures are seen as invitations to improve, grow or create
11.  hold organizational tension, cognitive dissonance and natural resistance
12.  engage paradox – engages opposing or differing “truths” and view points to without needing to boil them down to the lowest common denominator
13.  use diversity productively – uses differences to contribute to the creation of something new
14.  creativity can come from anywhere in the system in any direction
15.  use both linear and non-linear ways of thinking
16.  believe in their people; draws forth what is positive
17.  encourage the questioning of all assumptions
18.  informed by, but not limited to, what worked in the past
19.  not reliant on business buzz words; uses more authentic language
20.  excitement is not squelched – it is used to fuel creativity
21.  tolerate ambiguity and uncertainty
22.  use both divergent and convergent thinking; whole-brain approaches
23.  balance structure and “being organized” with flow and emergence
24.  value fun as part of the creative process

Michelle James©2008

Lápiz de Platino | La Contra Desmoralización

 

Para quem pensa que a Profissão de Publicitário não é séria.

Muito bom!

 

Criação da Young & Rubicam argentina.

Outdoor a favor da Segurança!

Como todos sabem as férias da Páscoa são uma época propícia a acidentes. As pessoas querem aproveitar ao máximo os dias de descanso e tentam chegar o mais rapidamente possível aos destinos. Estas situações resultam normalmente num aumento de acidentes rodoviários.

É também uma época propícia para que sejam vinculadas campanhas de prevenção rodoviária. Foi isso que o Departamento de Transportes do Novo México fez através  da Esparza.

A Campanha é mexicana mas serve bem para todos nós.

O Resultado é este!

1º Comunicação – 2º Publicidade

Primeiro comunicar depois publicitar! Não se pode ser um bom publicitário sem entender como é que as pessoas comunicam. Um bom marketeer ou vendedor não poderá atingir o sucesso sem saber o que os consumidores querem ou gostam.  É a premissa sobre a qual essas actividades se estabelecem. É essa a razão pela qual um futuro publicitário estuda na faculdade cadeiras como: teorias da comunicação, filosofia, sociologia, cultura, pesquisa.

É fundamental entender e perceber os processos de linguagem e o acto de comunicar de uma forma eficaz para diferentes públicos.  As pessoas julgam que todos os publicitários são criativos e comunicativos, mas coisas não são bem assim! Aliás, arrisco-me a dizer que os publicitários são das profissões menos compreendidas.

Antes de se pensar em publicidade, é necessário entender que já existe há muito tempo – antes até dos classificados; que antes do branding, senhores feudais marcavam as suas mercadorias para que não se perdessem no meio da concorrência, o social networking já era algo vital para o sucesso desde Benjamin Franklin. Novidade, apenas os processos e as opções, mas em teoria, tudo já existe há “long time ago”. 

As redes sociais têm sido vistas como as novas galinhas dos ovos d’ouro da publicidade. Andam na boca do mundo, estão na moda, os publicitários querem usar as formulas mágicas da viralização. O problema é que a cada passo surgem novas métricas e metodologias e os profissionais, sem preparação, assim como as suas campanhas, fervilham sem qualquer impacto mediático.

Perceber a comunicação envolve saber que canal utilizar de acordo com o objectivo e o target que se pretende atingir. Significa saber que rede social é rede social, e media tradicional é media tradicional. Todas possuem pontos fortes e fracos e nenhuma faz milagres!! É fundamental um bom planeamento, criatividade, conhecimento e execução impecável.

Os 4 tipos de comunicação

Seth Godin explicou os 4 tipos de comunicação utilizados pelas empresas e agências de publicidade e a conclusão que tiramos de cada um é bem diferente dos restantes.

  • Fale de si apessoas que querem ouvi-lo e que se importam consigo;
  • Pague a alguém que queira levar uma mensagem de uma forma impessoal (publicidade);
  • Pague a alguém falar bem de si, alguém com autoridade e influência. Normalmente vale mais do que publicidade, mas não gera uma grande procura; (Relações Públicas)
  • Fala de si espontaneamente – blogs, twitter e redes sociais. Ao contrários das outras situações poderá ser negativo e não se tem controlo. 

Já li bastante sobre falta de controlo nas novas medias. Vários especialistas já destacaram a importância de se criar produtos e experiências memoráveis que mereçam ser partilhadas. Isto é fundamental fazer. Bill Bernbach dizia que a publicidade fazia um mau produto fracassar depressa porque as pessoas saberiam que ele não prestava, mas, mesmo assim, as pessoas necessitavam de o comprar.  Hoje, basta um vídeo no youtube ou um post publicado num blog respeitável (será partilhado) para o gigante cair. As pessoas falam mal das coisas que nunca compraram, nem sequer usaram, a COMUNICAÇÂO pode ser perigosa! E fatídica quando não se sabe o que se faz.

Saber comunicar é saber usar palavras certas, no tom certo, com elementos visuais que reforcem ou complementem a mensagem, através do canal certo, com um objectivo em mente e deixando sempre espaço para o consumidor decidir.

Falar não é necessariamente comunicar!

PEPSI e DAVID BECKHAM (VIRAL)

A PEPSI fez um viral do estilo verdade vs mentira com o David Beckham de protagonista.

No vídeo David através de remates consegue colocar as bolas nos caixotes de lixo da praia.

Será Verdade?

A Mercedes fez uma publicidade surpreendente!

Formula 1 voltou na semana passada e com ela o fanatismo de milhões de aficionados do desporto automóvel. Sebastian Vettel, da RED BULL, sagrou-se no ano passado campeão do mundo e a RED BULL venceu o mundial de construtores – uma dupla vitória.

A Mercedes, aproveitando esta hegemonia da RED BULL no automobilismo lança uma campanha repleta de figuras importantes da F1, Michael Shumacher, Nico Rosberg (ambos pilotos da Mercedes) e Mika Hakkinen, bi-campeão de F1.

O que mais me surpreende na publicidade é a capacidade da Mercedes utilizar a rivalidade para retirar dividendos sem denegrir a imagem de outras marcas. A Mercedes é, sem dúvida, um exemplo, porque consegue, de uma forma saudável, explorar o marketing e o espírito desportivo.

Fica a lição de que, independentemente da modalidade, o espírito desportivo e a rivalidade devem ser sempre usadas para o bem, mesmo que de alguma maneira, acabe promovendo a outra marca.

Aconselho que vejam e que tirem as ilações.

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